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Publicado em 10/02/2012
Google determina a escolha de ministros de Dilma
O Google é o primeiro filtro para a escolha de ministros do governo Dilma Rousseff, segundo a coluna “Radar on-line”, do site da revista “Veja”. Desde as primeiras substituições devido à “faxina” da petista, o processo é o mesmo. Se o buscador denunciar algo contra o candidato, cujo nome é pesquisado entre aspas, ele já nem passa pelas próximas etapas.

Já se o Google não apresentar polêmicas sobre o potencial ministro, seu nome segue para a Abin, órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), para a investigação de sua ficha criminal.

Pessoas próximas à presidente, no entanto, criticam o método. “Parece rígido, mas como falha esse sistema”, disse à coluna um interlocutor do Palácio do Planalto.

Sobre a greve de policiais e bombeiros no Rio, a presidente não estaria preocupada com a situação. Ela está mantendo contato com o governador do estado, Sérgio Cabral.
Publicado em 05/02/2012
Estudo aponta: Facebook e Twitter são mais viciantes do que cigarro e álcool
Uma pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, apontou uma resposta que alguns já até imaginavam: redes sociais online viciam mais que cigarro e álcool.

A Universidade estudou os hábitos de 250 pessoas que passaram por uma bateria de tests, onde seus gostos passaram a ser decifrados.

E o resultado não poderia ser outro: é mais difícil uma pessoa deixar de usar o Facebook e o Twitter do que abandonar as drogas, como cigarro e o álcool.
Publicado em 01/02/2012
Meme da ‘Luiza do Canadá’ vai parar em concurso público
O superexplorado meme “menos Luiza, que está no Canadá” virou questão de concurso público. A questão 18 do concurso para técnico em Nutrição da prefeitura de Jaboticabal (SP) pergunta em qual Estado mora a estudante. O gabarito informa, corretamente, que a resposta é “E” (Paraíba). Outras questões da mesma prova perguntam o nome do presidente do Congresso, o número de vereadores de Jaboticabal, e o que faz um promotor de Justiça.
Publicado em 19/01/2012
A contra-revolução do BBB
Tim Berners-Lee (foto) criou o que permitiu a qualquer computador do mundo se comunicasse com outro, a chamada World Wide Web (Rede Ampla Mundial). Tim fez isso de graça, virou a costa para o lucro, para que qualquer pessoa do mundo pudesse se expressar, falar. Ele realmente quer tornar um mundo mais globalizado.

Mas antes de Tim, os idealizadores da Internet eram os chamados “ripongas”. Eles pregavam uma rede sem intervenção de governos, e sem a centralização que se tem nas grandes mídias, uma espécie de revolução.

Antes da Internet a informação estava em poucas mãos, tínhamos alguns donos de jornais e concessões de TV que ditavam como as coisas aconteciam. A Internet abriu portas para muitas pessoas se expressarem. Antes, se uma pessoa quisesse falar, ela teria que segurar um cartaz e aparecer atrás de uma câmera e ainda ser taxada de louca!

Mas as grandes mídias perceberam a força da Internet e começaram a colonizada. Apesar de ser uma rede ampla, quem tem mais dinheiro, grita mais alto. E é isso que se vê hoje: a contra-revolução de uma discussão em volta de um programa chamado Big Brother Brasil.

As pessoas loucamente passaram a discutir em redes sociais (e usar seu precioso tempo, a minha mãe discutiu com a minha vó isso!) um suposto estupro em um programa, orquestrado, digo é um programa televisivo deve ter algum roteiro, senão seria apenas ao vivo, onde pessoas supostamente ficam dentro de uma casa sem nenhum contato externo.

Não estou reclamando das pessoas que assistem, cada um escolhe o que deve ver como entretenimento, porém acho que a Internet pode ser usada para melhores debates. Lembre-se daqueles que lutaram para uma rede livre e independente. Estamos usando a Internet para melhorar o mundo, não vamos nos esquecer disto!
Publicado em 14/01/2012
Internautas pressionam por uma barbie “careca e bonita”
Os internautas tentam convencer a Mattel a fabricar uma versão careca da boneca mais famosa do mundo. Isto porque eles querem ajudar a autoestima das meninas que enfrentam câncer.

E usam o Facebook como arma. Eles argumentam que só cortar os cabelos da Barbie não adianta: os tufos continuam aparecendo. Sob o slogan “careca e bonita”, a campanha tenta mudar a resposta padrão da Mattel, que não aceita “sugestões não solicitadas” para criar um novo modelo de Barbie. Mais de 100 mil pessoas já curtiram a página na rede social.
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